Ele há coisas que na voragem nos passam despercebidas, porque escondidas por entre o óbvio , ou porque o nosso olhar anda a vaguear em torno dele. Não é descabido chamar a atenção para um pequeno detalhe da nota da direcção do JN, como o faz o Rogério Costa Pereira:
«Da conversa entre o director e o colaborador do jornal resultou que este decidiu retirar o texto de publicação e informou que cessava de imediato a sua colaboração com o jornal, o que a Direcção do JN respeita.»
Mais umas pequenas observações em relação ao que o Daniel Oliveira considera ser prova do acontecimento , observações essas sempre feitas sob o estrito papel de consumidor de notícias , podem ser encontradas neste comentário , e neste também .
E vai no terceiro post acerca do assunto, terceiro a ocupar a página principal deste blog, espaço que é caro e precioso. Acho que estou a dedicar tempo de mais ao assunto, pelo que o abordarei novamente apenas quando houverem desenvolvimentos (mais ou menos) dignos desse nome, tais como:
«Estávamos em mesas diferentes e a conversa não se passou da forma como é descrita.», palavras de Nuno Santos;
«Houve um encontro. O resto não sei, porque não estava lá. Escrevi que as afirmações foram feitas por Sócrates, sem o Nuno contraditar e mantenho. Eu teria contraditado.», palavras de Mário Crespo;
«Disse que era preciso solucionar o problema Mário Crespo e Medina Carreira.», palavras do jornalista (Mário Crespo? Nuno Santos?);
«José Sócrates expressou-se livremente, tal como eu também faço. Quando me taparem a boca falarei. Mas isto não é um Pátio das Cantigas, é um País.», palavras de Medina Carreira;
todos no artigo do Correio da Manhã.