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	<title>blog.fractura.net &#187; educação</title>
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	<description>sociedade, comunicação, cultura e democracia sob a semióptica do utilizador</description>
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		<title>Manhãs Submersas</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 14:41:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlos teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sociedade e Democracia]]></category>
		<category><![CDATA[abuso]]></category>
		<category><![CDATA[bullying]]></category>
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		<description><![CDATA[<a href="http://blog.fractura.net/sociedade-e-democracia/manhas-submersas-1164"><img align="left" hspace="5" width="150" src="http://apture.s3.amazonaws.com/000001272478d68d27931381007f000000000001.titlephoto.jpg" class="alignleft wp-post-image tfe" alt="Manhãs Submersas" title="Manhãs Submersas" /></a>Suponho que os meus pais estejam até agora na mais total ignorância em relação a estes assuntos. Há 38 anos atrás havia muita coisa considerada normal. E eu, nunca por nunca haveria de contar que fulanos me bateram hoje, ontem, anteontem, antes de anteontem. E nunca haveria de contar que o professor nos punha de joelhos com as mãos por debaixo destes, com as palmas para cima e as costas assentes em grãos de milho.
E os tempos eram outros. Não eram?
Mas as coisas agora já não são vistas assim. Talvez porque não é normal, porque não pode ser considerado normal, porque é abjecto, porque é um abuso continuado, que retira a vontade de viver a uma criança.
E a cultura da morte já não é tão sagrada.<!-- Easy AdSense V2.88 -->
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			<content:encoded><![CDATA[<p>E os olhos? São vulgares, tão vulgares como a alma a quem servem de janela, se a vulgaridade é permitida à alma, já de si tão complexa como incompreensível. De resto, reparando bem, é a vulgaridade que caracteriza o conjunto. Cara bruta em corpo bruto, daqueles corpos franzinos com a história da vida acumulada no abdómen, de gesto fácil e verborreico, modos vulgares de operário em tasca de fim de dia, enfim, o característico brutamontes que povoa a vida que se faz fazendo, sem recurso a intelecto ou poesia. Apenas um homem, dos que aprende, trabalha, acasala, faz tropa (da valente, não dessas mariquices que há agora), casa, reproduz, acumula gordura e morre num expiro nasalado em vómito de sinusite.<br />
Será, portanto, difícil dizer de mim que fui outrora um puto franzino, daqueles género geek, óculos de massa e calcinha afivelada. Um daqueles putos meio para o paneleiro, que preferia uma ida à biblioteca ou passear com o avô descobrindo os segredos da construção de uma ponte (o Zé), ou os segredos das curvas das gaivotas (o António), às jogatanas de futebol contra os portões das garagens que serviam de baliza, num Matosinhos há séculos desaparecido.</p>
<p><a id="aptureLink_olM73sWZRZ" style="display: block; padding-bottom: 0px; margin: 0px auto; padding-top: 0px; text-align: center;" href="http://blog.fractura.net/sociedade-e-democracia/manhas-submersas-1164#utm_source=feed&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=feed"><img style="border: 0px;" title="Manhãs Submersas" src="http://apture.s3.amazonaws.com/000001272478d68d27931381007f000000000001.titlephoto.jpg" alt="Manhãs Submersas" width="640" height="408" /></a></p>
<blockquote><p>Um dia, estava a Mãe doente, e fiquei até um pouco mais tarde em casa. Mas a obrigação era muita, que um dia havia de ser médico, e fui obrigado a ir à escola.<br />
É impossível descrever o terror que sentia pelo caminho, tentando imaginar a justificação que daria ao professor B, que decerto não aceitaria tão miserável justificação para o atraso, perdão, pecado, de chegar após o pai nosso e o hino nacional.<br />
Chegado ao corredor da sala da terceira classe da Escola do Adro, resolvi parar para respirar e, enquanto isso, espreitar pela fechadura para ver como estavam as coisas – saiba-se lá porquê, que eu teria de entrar mais tarde ou mais cedo, as coisas estavam ali, alea jacta est ou o caralho que o foda, e seria inevitável mostrar-me -, altura em que o professor B, homem decerto versado nas artes da escuta periférica, se vira para trás, na direcção da porta, e exclama «mas que lindos olhos negros são aqueles que vejo ali a espreitar pela fechadura?», coisa que me fez até há bem pouco tempo pensar que aquele filho da puta tinha dotes sobrenaturais. E fugi a sete pés, tivesse mais e fugiria com todos os que me dessem.<br />
O professor B não esteve com meias medidas e mandou atrás de mim o puto maior da turma, um que era já acólito da missa e se encontrava a meio caminho ascendente nas graças do senhor nosso deus e que até é, ainda, catequista para aquelas bandas, auxiliando a espalhar a palavra da fé na cristandade católica para todos e todo o sempre amén. E ele veio, correndo esbaforido, e facilmente me apanhou. E fui levado aos puxões e ao cachaço até ao professor B que celebrou a entrada triunfal com uma festa na cabeça do catequista e seis reguadas em cada mão daqui do artista.</p>
<p>Num outro dia, apanhei uma sova de três ou quatro marmanjos de lá da escola. Partiram-me um dente e fiquei com escoriações várias. Inquirido em casa sobre o assunto, recorri ao que melhor sabia fazer nessas situações: mentir. Caí. Vinha a correr e caí.<br />
E depois apareci com um hematoma enorme na testa. Caí. Vinha a correr e caí.<br />
E depois eram as canelas. Caí. Vinha a correr e caí.</p></blockquote>
<p>Recordo com nostalgia a primeira vez que fui capaz de reagir e quem pagou foi o Quim, que até nem me estava a fazer nada de especial. Já tinha para aí uns doze anos. Pus o rapaz a pão de pedir, com convulsões e tudo. E nunca mais apanhei na tromba sem reacção, excepto naquele dia, na tropa, em que me acertaram um murro que nem sei muito bem de onde veio, e ao qual fui incapaz de reagir pois agarraram o homem para eu lhe bater – coisas do castro, não queiram entrar em pormenores.</p>
<p>Suponho que os meus pais estejam até agora na mais total ignorância em relação a estes assuntos. Há 38 anos atrás havia muita coisa considerada normal. E eu, nunca por nunca haveria de contar que fulanos me bateram hoje, ontem, anteontem, antes de anteontem. E nunca haveria de contar que o professor nos punha de joelhos com as mãos por debaixo destes, com as palmas para cima e as costas assentes em grãos de milho.<br />
E os tempos eram outros. Não eram?<br />
Talvez tenha sido essa noção de normalidade das coisas que fez com que eu nunca, em tempo algum de criança, tivesse sonhado com a morte – pelo menos conscientemente, talvez a psiquiatra que me acompanhou soubesse de algo mais, já que fez com que eu mudasse de escola -, ou com outras formas de fuga, a não ser a dos livros, a das vidas imaginadas de astronauta.<br />
Mas as coisas agora já não são vistas assim. Talvez porque não é normal, porque não pode ser considerado normal, porque é abjecto, porque é um abuso continuado, que retira a vontade de viver a uma criança.<br />
<a id="aptureLink_v871UHCBpK" href="http://jornal.publico.clix.pt/noticia/03-03-2010/rapaz-de-12-anos-desapareceu-no-rio-tua-e-colegas-sugerem-que-era-vitima-de-bullying-18914549.htm" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/jornal.publico.clix.pt/noticia/03-03-2010/rapaz-de-12-anos-desapareceu-no-rio-tua-e-colegas-sugerem-que-era-vitima-de-bullying-18914549.htm?referer=');">E a cultura da morte já não é tão sagrada</a> .</p>
<div id="crp_related"><h3>mais leituras:</h3><ol><li><a href="http://blog.fractura.net/sociedade-e-democracia/quando-as-pequenas-estrelas-morrem-304#utm_source=feed&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=feed" rel="bookmark"><img src="http://apture.s3.amazonaws.com/000001261d3e3807b3d78c35007f000000000001.Presentation1.jpg" alt="Quando as pequenas estrelas morrem" title="Quando as pequenas estrelas morrem" width="40" height="30" border="0" class="crp_thumb" /></a> <a href="http://blog.fractura.net/sociedade-e-democracia/quando-as-pequenas-estrelas-morrem-304#utm_source=feed&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=feed" rel="bookmark" class="crp_title">Quando as pequenas estrelas morrem</a></li><li><a href="http://blog.fractura.net/blog-geral/a-queda-950#utm_source=feed&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=feed" rel="bookmark"><img src="http://apture.s3.amazonaws.com/00000126be7c01c415a8ae81007f000000000001.tumblr_kpuref6Ymq1qzdhk9o1_500.jpg" alt="A Queda" title="A Queda" width="40" height="30" border="0" class="crp_thumb" /></a> <a href="http://blog.fractura.net/blog-geral/a-queda-950#utm_source=feed&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=feed" rel="bookmark" class="crp_title">A Queda</a></li><li><a href="http://blog.fractura.net/blog-geral/nasce-um-deus-outros-morrem-a-verdade-nem-veio-nem-se-foi-o-erro-mudou-191#utm_source=feed&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=feed" rel="bookmark"><img src="http://img137.imageshack.us/img137/2073/fracturanetuniversojpg.jpg" alt="Nasce um Deus. Outros Morrem. A Verdade nem veio nem se foi: o Erro mudou." title="Nasce um Deus. Outros Morrem. A Verdade nem veio nem se foi: o Erro mudou." width="40" height="30" border="0" class="crp_thumb" /></a> <a href="http://blog.fractura.net/blog-geral/nasce-um-deus-outros-morrem-a-verdade-nem-veio-nem-se-foi-o-erro-mudou-191#utm_source=feed&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=feed" rel="bookmark" class="crp_title">Nasce um Deus. Outros Morrem. A Verdade nem veio nem se foi: o Erro mudou.</a></li><li><a href="http://blog.fractura.net/sociedade-e-democracia/dia-minha-morte-futuro-lhes-deixo-445#utm_source=feed&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=feed" rel="bookmark"><img src="http://apture.s3.amazonaws.com/00000126290d1984527381be007f000000000001.dog_rain.jpg" alt="O dia da minha morte é o futuro que lhes deixo" title="O dia da minha morte é o futuro que lhes deixo" width="40" height="30" border="0" class="crp_thumb" /></a> <a href="http://blog.fractura.net/sociedade-e-democracia/dia-minha-morte-futuro-lhes-deixo-445#utm_source=feed&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=feed" rel="bookmark" class="crp_title">O dia da minha morte é o futuro que lhes deixo</a></li><li><a href="http://blog.fractura.net/sociedade-e-democracia/tambem-eu-ja-perdi-tempo-a-escrever-sobre-o-pacheco-pereira-592#utm_source=feed&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=feed" rel="bookmark"><img src="http://apture.s3.amazonaws.com/000001266543ab44c82b6b18007f000000000001.oscar%2BPacheco%2BPereira.JPG" alt="Também eu já perdi tempo a escrever sobre o Pacheco Pereira" title="Também eu já perdi tempo a escrever sobre o Pacheco Pereira" width="40" height="30" border="0" class="crp_thumb" /></a> <a href="http://blog.fractura.net/sociedade-e-democracia/tambem-eu-ja-perdi-tempo-a-escrever-sobre-o-pacheco-pereira-592#utm_source=feed&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=feed" rel="bookmark" class="crp_title">Também eu já perdi tempo a escrever sobre o Pacheco Pereira</a></li></ol></div><!-- Easy AdSense V2.88 -->
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		<title>Um minuto diário de leitura</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 11:20:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlos teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[<a href="http://blog.fractura.net/blog-cultura-arte-design/um-minuto-diario-de-leitura-300"><img align="left" hspace="5" width="150" src="http://apture.s3.amazonaws.com/000001261d143d0624a5e6b5007f000000000001.livros_alfarrabista.jpg" class="alignleft wp-post-image tfe" alt="" title="livros_alfarrabista" /></a>Oferecer regularmente o primeiro parágrafo de um livro, como se faz n' O Vazio da Onda, é uma das formas mais agradáveis de convidar à leitura integral de obras que, de outra forma, não veriam nunca as suas capas abertas numa livraria. É, por assim dizer, o que Seth Godin chama educar para a iniciativa cultural.<!-- Easy AdSense V2.88 -->
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava a ler o breve artigo de <a id="aptureLink_SLtx0vat4l" href="http://sethgodin.typepad.com/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/sethgodin.typepad.com/?referer=');">Seth Godin</a> acerca do futuro da livraria, artigo em que aconselha à <a id="aptureLink_BmeXIthmwX" href="http://sethgodin.typepad.com/seths_blog/2010/01/the-future-of-the-library.html" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/sethgodin.typepad.com/seths_blog/2010/01/the-future-of-the-library.html?referer=');"><strong>educação para a iniciativa cultural</strong></a>, e a lembrar-me de uns quantos blogs que, contra ventos e marés, lá vão dando conta das actualidades literárias.<br />
<a id="aptureLink_41EStYaJde" style="padding-right: 6px; padding-left: 6px; float: left; padding-bottom: 0px; padding-top: 0px; cssfloat: left;" href="http://fractura.net/cultura-arte-design/um-minuto-diario-de-leitura-300.html/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/fractura.net/cultura-arte-design/um-minuto-diario-de-leitura-300.html/?referer=');"><img style="border: 0px;" title="livros_alfarrabista" src="http://apture.s3.amazonaws.com/000001261d143d0624a5e6b5007f000000000001.livros_alfarrabista.jpg" alt="" width="305" height="229" /></a>Mas, cá para mim, o que importa mais fazer é <strong>“espicaçar” o prazer da arte</strong> enquanto componente da vida, mediante a <strong>oferta de “teasers”</strong> que proporcionem às pessoas a curiosidade despertada pelo prazer da antecipação.<br />
É o que se passa, por exemplo, quando se oferece <strong>regularmente um primeiro parágrafo de um livro</strong>, determinante do interesse na sua leitura integral. N’ <a id="aptureLink_nrn9maz5GL" href="http://novaziodaonda.wordpress.com/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/novaziodaonda.wordpress.com/?referer=');"><strong>O Vazio da Onda</strong></a>, para além de todo o restante blog que é de fácil e prazenteira leitura – porque este não é um “blog intelectual para intelectuais” -, existe uma secção apropriadamente intitulada “<a id="aptureLink_rKNYu9xwT8" href="http://en.wordpress.com/tag/o-comeco-de-um-livro-e-precioso/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/en.wordpress.com/tag/o-comeco-de-um-livro-e-precioso/?referer=');"><strong>o começo de um livro é precioso</strong></a>”, onde podemos <strong>tomar contacto com os primeiros parágrafos de, para agora, cerca de cento e trinta livros</strong>, muitas destas escolhas feitas pelo leitor que a poderá enviar para o autor do blog.<br />
É uma série que faz sentido seguir, já que oferece a oportunidade de <strong>um minuto diário de leitura</strong> que abre as portas para outros tantos. Agora, vão lá.</p>
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