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O nascimento de uma semiótica geral: Forma e substância, expressão e conteúdo Comments

O nascimento de uma semiótica geral: Forma e substância, expressão e conteúdo

O signo como a função que une dois functivos, expressão e conteúdo, passando esta a ser a função semiótica, função essa que deixa em aberto a possibilidade de aplicação da semiótica aos objectos não linguísticos. A combinação das duas séries de critérios dá origem a quatro classes diferentes: a substância de expressão, a forma de expressão, a forma do conteúdo, e a substância do conteúdo.

A arbitrariedade do signo Comments

Diz-nos Saussure que a duplicidade é constitutiva do signo linguístico, apresentando-se a unidade linguística em duas faces: a da imagem acústica, sensível, e a do conceito que lhe é associado, a inteligível. Desta forma, o linguista genebrino pretende dizer-nos que o signo não é mais do que a união do significado e significante, elementos em oposição entre eles e demarcados do todo de que fazem parte.

A Língua e a Fala Comments

A língua é o conjunto de signos utilizados por uma sociedade, ao passo que a linguagem – fala – é a faculdade individual de utilização da língua. Simples.

Orthographia virou ortografia Comments

Orthographia virou ortografia

A escrita é, portanto, artificial. Saber qual letra escolher na hora de escrever uma palavra é uma tarefa que exige memorização (principalmente a visual) e treino. Que atire a primeira pedra quem nunca se enganou. Desconhecer ortografia não significa desconhecer gramática. É simplesmente desconhecer uma simples convenção, um decreto que tem o objetivo de sistematizar a forma das palavras.

Corretor Ortográphico Comments

Corretor Ortográphico

Gosto de chegar, por exemplo, à Alemanha e ouvir o Herr Fritz a mandar umas bocas naquela espécie de português grelhado e com têmpera de aço inoxidável… mas dizendo “bom djia”. Bom “djia” é como dizem os milhares de professores de língua portuguesa existentes nos quatro cantos do mundo, para quem Camões e Drummond significam uma e única coisa: a capacidade de partilhar um pensamento com alguém do outro lado do mundo, sem necessidade de sinapses extra. Ganhou a preguiça outra vez, estou a ir bem.