
O signo como a função que une dois functivos, expressão e conteúdo, passando esta a ser a função semiótica, função essa que deixa em aberto a possibilidade de aplicação da semiótica aos objectos não linguísticos. A combinação das duas séries de critérios dá origem a quatro classes diferentes: a substância de expressão, a forma de expressão, a forma do conteúdo, e a substância do conteúdo.
- 27/01/2010 | CJT
Secções: Cadernos de Comunicação
Palavras-chave: conteúdo, expressão, forma, forma de expressão, forma do conteúdo, functivos, função semiótica, hjelmslev, línguística, semiologia, semiótica, signo, signo semiológico, signo-função, substância, substância de expressão, substância do conteúdo

Diz-nos Saussure que a duplicidade é constitutiva do signo linguístico, apresentando-se a unidade linguística em duas faces: a da imagem acústica, sensível, e a do conceito que lhe é associado, a inteligível. Desta forma, o linguista genebrino pretende dizer-nos que o signo não é mais do que a união do significado e significante, elementos em oposição entre eles e demarcados do todo de que fazem parte.
- 12/01/2010 | CJT
Secções: Cadernos de Comunicação, Teorias e Modelos de Comunicação
Palavras-chave: comunicado, comunicante, conceito, epistemologia, imagem acústica, linguagem, língua, línguística, mentira, pragmática, referente, saussure, semiologia, semiótica, significado, significante, signo, símbolo, verdade

A língua é o conjunto de signos utilizados por uma sociedade, ao passo que a linguagem – fala – é a faculdade individual de utilização da língua. Simples.
- 11/01/2010 | CJT
Secções: Cadernos de Comunicação, Teorias e Modelos de Comunicação
Palavras-chave: estruturalismo, fala, linguagem, língua, línguística, semiose, semiótica, signo, teoria da comunicação

A escrita é, portanto, artificial. Saber qual letra escolher na hora de escrever uma palavra é uma tarefa que exige memorização (principalmente a visual) e treino. Que atire a primeira pedra quem nunca se enganou. Desconhecer ortografia não significa desconhecer gramática. É simplesmente desconhecer uma simples convenção, um decreto que tem o objetivo de sistematizar a forma das palavras.
- 06/01/2010 | CJT
Secções: Cultura
Palavras-chave: língua portuguesa, línguística, opinião

Gosto de chegar, por exemplo, à Alemanha e ouvir o Herr Fritz a mandar umas bocas naquela espécie de português grelhado e com têmpera de aço inoxidável… mas dizendo “bom djia”. Bom “djia” é como dizem os milhares de professores de língua portuguesa existentes nos quatro cantos do mundo, para quem Camões e Drummond significam uma e única coisa: a capacidade de partilhar um pensamento com alguém do outro lado do mundo, sem necessidade de sinapses extra. Ganhou a preguiça outra vez, estou a ir bem.
- 04/01/2010 | CJT
Secções: Cultura
Palavras-chave: língua portuguesa, línguística, opinião